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EDITAL DO CONCURSO PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM OBSTÉTRICA, NEONATAL E GINECOLÓGICA / 2003

 

1.REGIMENTO INTERNO

Da Conceituação e Finalidade

Artigo 1º - A Comissão Especial do Título de Especialista em Enfermagem Obstétrica e em Enfermagem Neonatal (CETEE) é uma comissão especial de peritos nas áreas de enfermagem obstétrica, enfermagem ginecológica e enfermagem neonatal devidamente constituída e aprovada pelo Conselho Diretor da ABENFO Nacional e têm por finalidade:

            I - Planejar, programar, executar e avaliar o processo de titulação de especialistas;

            II - Determinar normas e critérios para o concurso de provas e títulos de especialista;

            III - Indicar e constituir as bancas examinadoras de cada área;

            IV - Estudar as condições necessárias para a operacionalização do concurso;

            V - Apresentar relatórios parciais e finais do processo.

Da Constituição

Artigo 2º - A CETEE será constituída por:

            I - Um membro titular de cada área e o respectivo suplente;

            II - A Coordenadora da Comissão Permanente de Educação, Serviços e Legislação da ABENFO Nacional;

            III - A Presidente da ABENFO Nacional.

 

Artigo 3º - A renovação da Comissão deverá ser feita a cada gestão de Diretoria da ABENFO Nacional, sendo permitida uma recondução.

 Da outorga do Título de Especialista

Artigo 4º - À Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras - ABENFO compete a emissão dos Títulos de Especialista em Enfermagem Obstétrica, Especialista em Enfermagem Ginecológica e de Especialista em Enfermagem Neonatal, de acordo com a Resolução nº 173 do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) que regulamenta o registro de enfermeiro como especialista.

Artigo 5º - A ABENFO concederá o Título de Especialista em Enfermagem Obstétrica, Especialista em Enfermagem Ginecológica e de Especialista em Enfermagem Neonatal aos sócios efetivos que comprovem os seguintes requisitos:

            I - Ter no mínimo 5 (cinco) anos de experiência profissional  nas áreas de  Enfermagem Obstétrica, Ginecológica ou Neonatal.

            II - Estar inscrito há pelo menos, 5 (cinco) anos no Conselho Regional de Enfermagem e em pleno gozo de seus direitos.

            III - Estar associado à ABENFO e comprovar a anuidade quitada.

            IV - Estar associado à Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) e comprovar a anuidade quitada;

            V - Ter sido aprovado em todas as etapas do concurso ao título de especialista da ABENFO.

Artigo 6º - O concurso constará de:

            I - Prova de títulos com base no curriculum vitae, de caráter eliminatório.

            II - Prova escrita com 50 questões de múltipla escolha e uma questão dissertativa.

Artigo 7º - A  documentação exigida para a inscrição compreenderá:

            I - Curriculum vitae com comprovação de documentos (xerox)

            II - Requerimento específico fornecido pela ABENFO em duas vias

            III - Duas fotos 3 x 4 (recentes)

            IV - Comprovante de recolhimento da taxa de inscrição no valor de R$ 200,00.

Artigo 8º - A prova será realizada durante o Congresso Brasileiro de Enfermagem Obstétrica e Neonatal (COBEON) ou no Congresso Brasileiro de Enfermagem (CBEn).

Artigo 9º - Será aprovado o candidato que obtiver, no mínimo, média 7,0 (sete), sendo que a prova escrita terá peso 6 e a análise do curriculum vitae peso 4.

Artigo 10 - As inscrições poderão ser realizadas na sede da ABENFO Nacional - RJ, ou por via postal - correspondência registrada ou SEDEX, com a data de postagem até 60 dias antes da data de realização do Congresso, encaminhada à Coordenadora da CETEE Profª Ms Maria Tita Portal Sacramento, sito à Av. Passos, 122 sala 502 – Centro. Rio de Janeiro – RJ CEP 20051-040. Telefax (21) 2263-7843.

Artigo 11 - Não serão aceitas inscrições fora do prazo ou com documentação incompleta.

Artigo 12 - Não haverá revisão de provas.

Artigo 13 - A taxa de inscrição não será restituída, em qualquer hipótese.

Artigo 14 - O resultado será informado diretamente ao candidato através de correspondência.

 

Das Disposições Gerais

Artigo 15 - Os resultados serão homologados pela CETEE.

Artigo 16 - Os casos omissos serão resolvidos pela CETEE.

Artigo 17 - Em caso de recurso, os casos serão resolvidos pelo Conselho Diretor da ABENFO Nacional , ouvida a CETEE.


 

2 CRONOGRAMA DO CONCURSO

 1- Até 11 de setembro de 2003 (postagem no correio) serão realizadas as inscrições. Estas serão encaminhadas à Coordenadora da CETEE Profª  Maria Tita Portal Sacramento. Av. Passos, 122 sala 502 – Centro. Rio de Janeiro/RJ. CEP:20051-040. Tel/fax (21) 2263-7843 Website:  www.abenfonacional. jpg.com

 2 - A análise de Curriculum Vitae, de caráter eliminatório, será realizada de 01 a 15 de outubro de 2003.

 3 - A aplicação da prova escrita (de acordo com o regimento que constará do Edital e que será publicado em jornal de ampla divulgação nacional) será no dia 12 de novembro, às 14:00, no 55° CBEN, no Rio Centro Jacarepaguá Rio de Janeiro

 4 – Até 10 de março de 2004 - divulgação dos candidatos aprovados.

 Maiores informações

ABENFO NACIONAL – Fone: (21) 2263-7843
Profª Dnda. Maria Tita Portal Sacramento 

Fone: (21) 2246-5277 - E-mail: titaportal@yahoo.com.br -  Website: www.abenfonacional.hpg.com.br

 

3 MODELO DE CURRICULUM VITAE

1) Dados pessoais

2) Formação Acadêmica:

2.1 - Graduação

2.2 - Habilitação

2.3 - Pós-graduação

2.4 - cursos de extensão universitária

3) Atividades profissionais

4) Atividades Científicas

5) Participação em cursos e/ou eventos

6) Homenagens e prêmios;

7) Outros

 NOTA: As informações fornecidas deverão privilegiar as relacionadas as áreas de Enfermagem Obstétrica, Enfermagem Ginecológica e Enfermagem Neonatal. (Observadas as áreas do concurso a que se apresenta o candidato).

 4. PROMOÇÃO

5. APOIO

 ABEn  Nacional/ABEn RJ

NUPESM/EEAN/UFRJ;

Deptº de Enf. Materno-Infantil MUSAS/FENF/UERJ;

Dept° de Enf. Materno –Infantil/UNIRIO

Ministério da Saúde

 

PROGRAMAS DO CONCURSO E BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

1-     Programa Nacional de Assistência ao Parto e Nascimento

2-     Políticas Nacionais de Assistência à Criança e as implicações para a assistência de enfermagem ao recém-nascido e sua família -  PAISC, Método Mãe Canguru,  Iniciativa Hospital Amigo da Criança

3-     Aspectos epidemiológicos de saúde da mulher  e do recém-nascido

4-     Princípios éticos e  legais do exercício profissional de enfermagem neonatal

5-     Crescimento e desenvolvimento fetal e neonatal

6-     Repercussões da saúde materna sobre o feto e o recém-nascido

7-     Planejamento e Organização das unidades neonatais básicas, intermediárias e de terapia intensiva

8-     Assistência de enfermagem ao recém-nascido:

a)     de baixo risco: na sala de parto, na unidade neonatal, no al

ojamento conjunto, no ambulatório de puericultura e no domicílio

b)     de alto risco - na sala de parto, nas unidades neonatais intermediária e de terapia intensiva, no ambulatório de seguimento: “follow up” e no domicilio

9-     Prevenção e Controle de infecções perinatais

10- Novas perspectivas de atenção ao recém-nascido e a sua família -   no incentivo ao aleitamento materno, método mãe-canguru, reações comportamentais do recém-nascido, relação apego mãe-filho, dor e estresse.

 

 

 BIBLIOGRAFIA

 

ALVES,  N. Filho; CORREA,M.D. Manual de perinatologia. Rio de Janeiro:  Medsi,1995. p. 9-11.

 

AVERY, G. et al. Neonatologia: fisiopatologia e tratamento do recém-nascido. 4. ed.  Rio de Janeiro: Medsi, 1999. p. 272.

 

BRANDEN, Pennie Sessler.  Enfermagem Materno-Infantil. 2ª ed. RA Editores, São Paulo, 2001.

 

BRASIL, Ministério da Saúde, Estatuto  da Criança e do Adolescente. Brasília, 1991. 110p.  LEI n.  8069 de 13 de julho de 1990.

 

                   ,Ministério da Saúde, Manual de assistência ao recém-nascido. Brasília,1994

 

                  ,Ministério da Saúde, Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Brasília ,2001.

 

                  Ministério da Saúde. Normas para implantação e funcionamento de bancos de leite humano. Brasília, 1992.

 

                  , Ministério da Saúde. Atenção Humanizada ao recém-nascido de baixo peso - Método Mãe-canguru: Manual Técnico. Brasília, 2002.

 

                  ,Ministério da Saúde. Programa Nacional de Incentivo ao Aleitamento Materno, Brasília, 1981.

 

CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução COFEN – 223. Disposição sobre a atuação de Enfermeiros na Assistência à Mulher no Ciclo Gravídico Puerperal. Disponível em                                          [http://www.coren-df.org.br/legis_parec/resolucoes/223.html]. Acessado em maio de 2003.

 

MIURA, Ernani. Neonatologia: Princípios e Prática. Porto Alegre, Artes Médicas, 1991.

 

ELSEN, I. et al. Marcos para a prática de enfermagem com famílias. Florianópolis: DAUFSC, 1994.

 

------------------------. O viver em família e sua interface com à saúde e a doença. Maringá:Eduem. 2002. 460p.

 

KENNER, Carole. Enfermagem Neonatal. 2ª ed. RA Editores, São Paulo, 2001

 

KLAUS, M. H.,  FANAROFF, A.. A.,  Alto risco em neonatologia. 3. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 1998, p.46.

 

KLAUS, M. H., KENNEL, J. H.,  Pais e bebê: a formação do apego. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993, 329 p.

 

KOPELMAN, B.I., Princípios éticos em neonatologia, em htpp//www.brazilpednews.org.br, acessado em 21 de setembro de 2002

 

NAGANUMA, M. et al. Procedimentos técnicos de enfermagem em UTI neonatal. São Paulo, Loyola, 1997.

 

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Manual de reanimação neonatal.  Tradução. Escola Paulista de Medicina. 1996.

 

TAMEZ, R.N. ; SILVA, M.J.P.; Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido de alto risco. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,1999.

 

WHALEY & WONG. Enfermagem pediátrica: Elementos essenciais à intervenção efetiva. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

 

   

1.   Políticas Públicas para à Saúde da Adolescente e da  Mulher: PAISM e PAISCA.

2.   Aspectos epidemiológicos de saúde da mulher no Brasil.

3.   A Humanização da assistência Obstétrica e perinatal:

 ·        Cuidados,  medidas e atividades com o objetivo de preparar a mulher e seus familiares para o parto: educação em saúde; ruptura do círculo viciosos medo-tensão-dor-medo: promoção de ambiente acolhedor; exercícios de relaxamento,  controle da ansiedade e medidas de alívio da dor; presença do acompanhante. 

·        Evidências científicas (OMS/96) sobre as práticas recomendadas para  assistência ao parto e nascimento de forma segura e humanizada.

4.   Bases legais e éticas do exercício profissional da enfermagem obstétrica e à atenção institucional ao parto: 

·        Lei n.º 7.498 de 25/06/1986 -  dispõe sobre o exercício profissional da enfermagem (LEP);

·        Decreto n.º 94.406/87 - regulamenta a LEP;

·        Resolução COFEN n.º 223/99 - dispõe sobre a atuação do Enfermeiro na assistência à mulher no ciclo grávido-puerperal;

·        Portaria MS/GM n.º 2.815/98 - Parto normal sem distócia realizado por enfermeira(o);

·        Portaria MS/GM n.º 163/98 - cria o laudo de internação de enfermagem para emissão de AIH de parto normal;

·        Portarias MS/GM: n.º 3.016/98;  n.º 3.482/98  e n.º 3.477/98 - normatizam a implantação de programas estaduais de Referência Hospitalar para o atendimento à gestante de alto risco;

·        Portarias MS/GM : n.º 2.816/98; n.º 865/99; n.º 466/00; n.º 426/01 - determinam o pagamento de um percentual máximo de cesarianas;

·        Portarias MS/GM : n.º 2.883/98; n.º 1.406/99 - referentes ao Prêmio Galba de Araújo;

·        Portaria MS/GM n.º 985/99 - cria o Centro de Parto Normal e define critérios para implantação de Casas de Parto;

·        Portarias MS/GM : n.º 569/00; n.º 570/00; n.º 571; n.º 572 - Instituem o Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento

 

5.   Planejamento e organização das unidades obstétricas;

6.   Normas de Biossegurança para a assistência no contexto hospitalar e ambulatorial;

7.   Assistência de enfermagem à mulher de baixo risco, nos períodos de:

·        Pré-natal: organização da assist

ência - qualidade das ações no pré-natal; educação e saúde; preparo para o parto e nascimentos humanizado; condições básicas para a organização da assistência pré-natal; níveis de execução da assistência; diagnóstico; acolhimento; exame clínico e obstétrico; condutas e assistência; aconselhamento pré e pós-teste anti-HIV;

·        Trabalho de parto e parto: fatores e processos; uso do partograma; períodos clínicos e assistência ao parto e nascimento.

·        Puerpério: alterações fisiológicas; adaptação à maternidade; risco de complicações.

8. Aleitamento materno: vantagens; promoção, proteção e apoio; manejo clínico; amamentação em condições especiais da nutriz e lactente; Programas de Governo de apoio à amamentação: IHAC; Rede de Banco de leite Humano; Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância (PT MS/GM 2051; Resolução ANVISA n.º 221/02 e Resolução ANVISA n.º 222/02); Direitos da mulher e da criança. 

9.  Assistência de enfermagem ao recém-nascido de baixo risco: tendimento ao RN na sala de parto: cuidados imediatos; avaliação; adaptações fisiológicas e comportamentais;  assistência no alojamento conjunto e  promoção do aleitamento materno.

10. Fatores de Risco reprodutivo: situação epidemiológica no Brasil; fatores de risco e assistência de enfermagem. 

 11 Urgências e emergências maternas: mortalidade materna no Brasil - dados epidemiológicos e medidas necessárias para redução; síndromes hemorrágicas ; síndromes hipertensivas na gravidez,  infecções; cardiopatias;  distúrbios tromboembólicos; isoimunização materna e amniorex prematura..

 12. Assistência de enfermagem à mulher com abortamento e no pós-abortamento com enfoque na qualidade da atenção: acolhimento; informação; aconselhamento; estabelecimento de relação interpessoal; uso de tecnologias apropriadas e respeito aos direitos sexuais e reprodutivos; anticoncepção pós-aborto

13. Assistência à mulher portadora do HIV durante o parto e puerpério.

14. Planejamento familiar no contexto da saúde sexual e reprodutiva

15. Saúde sexual e reprodutiva com enfoque nos Direitos sexuais e reprodutivos (Conferência Internacional de População e Desenvolvimento- Cairo, 1994) - conceitos, componentes e  indicadores.

 

BIBLIOGRAFIA

1.      BRANDEN, Pennie Sessler. Enfermagem Materno-infantil. 2 ed. Rio de Janeiro:  Reichmann Affonso Editores. Trad. Carlos Henrique Cosendey, 2000, 524p.

2.       BRASIL, Ministério da Saúde. Assistência Integral à Saúde da Mulher: Bases de Ação Programática. Ministério da saúde. Brasília, Centro de Documentação do Ministério da Saúde, 1984. 27p.

  1. ____________,__________. Assistência ao Pré-Natal de Baixo Risco. Ministério da Saúde, Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde.  Brasília. Centro de Documentação do Ministério da Saúde, março - 2000. Disponível em: http://www.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pre_natal.pdf
  2. ________________, ________. Secretaria de Políticas de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher.Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Área Técnica da Mulher. – Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
  3. ________________, ________. Gestação de Alto Risco.Manual Técnico/ Secretaria de Políticas, Área Técnica da Saúde da Mulher.  Brasília: Ministério da Saúde, 2001. 164 p. Disponível em: http://www.saude.gov.br/bvs/publicacoes/gestantes.pdf  
  4. BALASKAS, Janet. Parto Ativo: um guia prático para o parto natural. 2ª ed. São Paulo: Ground, 1993.
  5. BVS MINISTÉRIO DA SAÚDE. Programa de Humanização do Parto - Humanização do  Pré-natal e do Nascimento, 2002. Parte 1:Disponível em: http://www.saude.gov.br/bvs/publicacoes/partes/parto1.pdf  Parte 2: Disponível em: http://www.saude.gov.br/bvs/publicacoes/partes/parto2.pdf  Acessado em 05/05/2003

8.       LOWDERMILK, D. L.; PERRY, S.E.; BOBAK, I.M..O cuidado em enfermagem materna. 5ed..Porto Alegre:  Artmed Editora, 2002.

  1. NEME, Bussamara. Obstetrícia Básica. São Paulo: Sarvier, 2000.

10.  REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 9ª ed, Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2002.

  1. SEGRE, Conceição A M. Perinatologia Fundamentos e Prática.1 ed. Sarvier: São Paulo, 2002, 923p.
  2. CARVALHO, Marcus Renato de TAMEZ, Raquel Nascimento. Amamentação - Bases Científicas para a Prática Profissional. Rio de Janeiro :Guanabara Koogan, 2002.

13.  SAÚDE DA MULHER, Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento. Disponível em :  http://www.saude.gov.br/sps/areastecnicas/mulher/mulher.htm . Acessado em 01/05/2003

14.  PAHO program advances and strategies for incorporating gender prespective: presented by regional initiative for the reduction of maternal mortality. Washington, D.C; Pan American Health Organization; Mar. 2003. 16 p. (MSD20/9 En). Apresentado em: Session of the Subcommittee on Women, Health and Development of the Executive Committee, 20, Washington, D.C UNITED STATE, 25-26 Mar.2003. Disponível em: http://www.paho.org/english/gov/ce/msd/msd20-09-e.pdf 

     1.     Políticas nacionais de assistência à saúde da mulher.

2.     Bases legais e éticas do exercício profissional da enfermagem ginecológica

3.     Aspectos epidemiológicos na saúde da mulher no Brasil – incidência, prevalência e mortalidade

4.     Programas governamentais de assistência à saúde da mulher  e a assistência de enfermagem no: planejamento familiar, DST/AIDS, climatério, prevenção do câncer cérvico-uterino e de mamas.

5.     Direitos reprodutivos e a infertilidade conjugal: novas tecnologias reprodutivas e bioética.

6.     Assistência de enfermagem à mulher que sofre violência: sexual, doméstica e institucional.

7.     Planejamento e organização das unidades de atendimento ginecológico.

8.     O corpo da mulher – anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor feminino (da puberdade ao climatério).

9.     Acompanhando a mulher a nível ambulatorial:

-   Consulta de enfermagem ginecológica – Exame Papanicolau, exame clínico das mamas, Teste de Shiller

-    Principais afecções ginecológicas

-    Principais exames específicos em ginecologia

10. Acompanhando a mulher a nível hospitalar:

-     Assistência de enfermagem durante os procedimentos cirúrgicos da mama e do genital englobando o pré, trans e pós-operatório.

-     Assistência de enfermagem no preparo e acompanhamento às mulheres submetidas a quimioterapia, radioterapia e braquiterapia

-    Biosegurança na assistência a clientela oncológica

 

 BIBLIOGRAFIA 

BRASIL. PAISM- Ações Programáticas. Brasília: 1984.

__________. Assistência ao Climatério. Brasília, 1994.

__________. Assistência Integral a Saúde do Adolescente. V. I, II e III. Brasília, 1994.

__________. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. Instituto Nacional do Câncer/PRO-ONCO. O controle do câncer cérvico-uterino e de mama. Normas e Manuais Técnicos. 3ª ed. Rio de Janeiro, 1995.

__________. Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo Uterino. http://inca.org.br/prevencao/programas/viva_mulher/index.html, 1999.

__________. Manual de DST/AIDS, 2000.

__________. Abordagem Sindrômica das DST, 1994

__________. O Controle do Câncer Cérvico-Uterino e de Mamas. Brasília, 1989.

__________. Assistência ao Planejamento Familiar. Brasília, 1998.

__________. Prevenção e Agravos Resultantes da Violência Sexual contra mulheres e adolescentes.- Norma Técnica, Brasília, 1999.

__________. Violência Intrafamiliar – Orientações para a prática em Serviço – Cadernos de Atenção Básica nº 08. Brasília, 2002.

BRUNNER & SUDDARTH. Tratado de Enfermagem  Médico-Cirúrgica, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994

COFEN – Conselho Federal de Enfermagem. Regulamentação do Exercício Profissional. LEI no 7.498/86 e Decreto Lei nº 94.406/1987. Brasília, 1987. Resolução 195/RJ, de 18/02/97.

CORREA, M. C. D. V. A tecnologia a serviço de um sonho: um estudo sobre a reprodução assistida. Tese de Doutorado em Saúde Coletiva. IMS:. UERJ. Rio de Janeiro, 1997.

FIGUEIREDO, Nébia Maria. Ensinando a Cuidar da Mulher, do Homem e do Recém-Nascido. São Paulo: Difusão Paulista de Enfermagem, 2003.

HALBE, H. W. Tratado de Ginecologia. 2ª ed. Vol.2. São Paulo: Roca, 1993.

LOPES, C. J. R.C. & DONADIO, N. Infertilidade Conjugal: Manual de orientação. FREBASGO, 1997.

"MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;text-align:justify">MURARO, R. M. Sexualidade da Mulher Brasileira: corpo e classe social no Brasil. 5ª ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1996.

OMS. Relatório mundial sobre violência e saúde, Genebra, 2002.

OPAS/OMS. Pontos essenciais da tecnologia de anticoncepção: um manual para pessoal clínico. Setembro, 2001.

PORTARIA no 2616/GM de 12/05/98 – Programa de Controle de Infecção Hospitalar.

VITELLO, N. Sexologia II – Comissão Nacional de Sexologia da FREBASGO. São Paulo, 2001.

 

 

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